quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Táticas do coração (Primeira semana.)

quarta feira a noite
Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes eu tinha decidido parar ou desistido. Mas algo me motivou a escrever uma última “última vez”. Não sei o que eu tinha dito, mas tinha dado Adeus... E por ironia do destino, ele respondera. Numa travada de argumentos, num tenso jogo de linguagem entramos. Eu sei que aquilo mexeu comigo. Uma das coisas que ficou pairando na minha mente foi que ele escreveu "I love the away you lie...". Eu tentei entender o que ele queria dizer com aquilo, mas só sabia que ele estava equivocado. Como ele pudera ter escrito aquilo? Mas o que eu quero contar aqui é como foi o caminho que eu tomei e para que você entenda como foi que tudo continuou do jeito que continuou. 

Na sexta feira,
...pela manhã já estava com ideia do que eu iria fazer. Na noite seguinte decidi começar. Mandei a mensagem "Oi! Meu nome é Laura. E o seu?". Isso era o que eu tinha em mente. Se ele não respondesse eu não iria continuar. Nisso senti o celular vibrar. Ele havia respondido. E agora? Eu não tinha imaginado o segundo passo, não tinha pensado que ele iria responder. Eu tava pensando que eu era mulher suficientemente corajosa de estar dançando e convidar o homem para dançar. Não me prendia em um canto esperando ser convidada. Conferi a resposta dele. Ele disse "Lucas". Só uma palavra, mas respondera. Ou seja, ele estava suficiente interessado para responder, mas não o suficiente para fazer um diálogo.  Eu respondi  "me disseram que você trabalha na Contar Mais, mas nada sobre faculdade, você pensa fazer algum curso?" enviei. Instantes depois ele respondeu com um simplório "saúde". "Acho que eu deveria ter sido mais específica" eu enviei. Eu sabia que ele queria ser dentista, ele já tinha  mencionado. Mas essa coisa toda de pensar e fazer de conta que agente não se conhecia estava sendo um pouco complicado para mim. Fazia tempo em que eu não conhecia ninguém e eu estava tendo uma batalha interna para poder me lembrar de como isso era feito. Eu não salvei o número dele na minha agenda, eu já tinha decorado. Era um número fácil, três sequencias de números. "Espero que você goste de ler, Saúde parece ter uma carga de leitura mais pesada do que Letras, você gosta?." Respondi. "Sim, principalmente se for algo que eu goste". Decidi parar por ai. Já era bom eu saber que ele estava respondendo. Eu queria ver o que eu ia fazer agora. Eu estava confusa. Eu estava com sérias dúvidas. Cheguei em casa. Fui dormir. Isso tinha sido na segunda sexta feira de agosto.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Conhecendo...

Quando li... O que veio em minha mente? Eu poderia estar certa? Ou simplesmente a minha mente estava me iludindo mais uma vez?
O problema surgiu quando o que ele dissera batia com uma coisa que ele havia me contado...
Eles são pessoas complexas e meramente simplórias. É fácil ver a intenção no semblante. É fácil numa conversa saber o que querem fazer. O que torna difícil é quando usam um instrumento completamente insentimental. É quando as dúvidas aparecem.
Sabe? Se vocês fossem mais abertos e menos vergonhosos ou sei lá o motivo de serem assim, seria um milhão de vezes mais fáceis de conseguirem o que querem, ou seja, a nossa atenção!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A última Cartada

Ao visualizar a carta, ficou na dúvida. O que faria? Deixaria assim ou simplesmente renegaria? Esqueceria? Deixaria o destino seguir e esqueceria de vez e algum dia na vida se deixaria a pergunta: o que me fez parar? O que me fez simplesmente não seguir em frente ou tentar uma última vez? Coragem... Palavra tão simples e que necessita, muitas vezes, muito esforço para conseguir colocar em prática. Se é pra dizer que não deixei de lado e que não o quis fazer, eu olhei uma última vez para carta fria que era para se mandar pelo instrumento mais frio que existia na face da terra.
Eu sabia que se minhas melhores amigas assim o visse parariam de falar comigo. Elas haviam vistos como ele havia me deixado tensa e como ele havia se portado.
Enfim, eu sei que eu deveria fazer algo, algo que me deixasse em paz com minha consciência e com os meus sentimentos...


"Espero que estejas bem. Apesar de falar assim nunca o vi sem sem essa perspectiva positiva que a vida tem." Assim eu comecei... mas como continuar??? 
"Bem,
O que eu vi dizer é o que eu diria, se eu fizesse uma crônica, a ultima cartada." por qual motivo incluiria isso? Por me fazer escritora? Deixar claro isso? Pra quê?
"Eu vim desejar uma vida bela e com numerosas alegrias e seja como o mar: intenso e amplo. Não é uma sátira, mas sim o meu mais sincero desejo." Isso eu sentia de verdade...
"Aprendi muitas coisas, diretamente e indiretamente, com vc." Havia mesmo. Tinha aprendido como era sofrer, como amar intensamente, como homens podem ser simplesmente desviativos na verdade... Coisas boas e ruins... Não deixarei escapar de minha mente. "Eu lamento." Lamento amar e ver como ele... simplesmente ignora isso. Sou mais importante do que ele pensa. Sou forte e consigo seguir sem ele. "Eu diria que quis burlar o destino. Tentei escrever coisas por cima dele. Mas as coisas quando não são pra ser, não são.
Agradeço Aquele que te colocou em meu caminho. 
Até uma próxima esquina que a vida nos cruzar.
p.s.: suas fotos ficam melhor quando focam o rosto. "

Isso, assim enviei. 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mensagem a um amigo

Oi!
Falar dele é um pouco diferente pois não conheci outro que transmita tão bem as emoções que sente só pelo rosto, quando espantando ou alegre, sempre um jeito diferente e simplesmente incomparável...
Ele pertence aquele grupo de amigos que não podemos e nem queremos esquecer. Um grupo que temos que conservar até, quem sabe, alem da vida...
Para alguns um defeito, para outros, uma dádiva; eu considero, como talvez outros, que óculos caem muito bem nele...
Só que eu posso dizer agora, neste via tão usada, que ele é um grande amigo.